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improvisadores a jogar

O flow não é inspiração.
É uma condição que se
treina.

Csikszentmihalyi definiu o estado de flow como absorção total numa tarefa com desafio calibrado para a competência do sujeito. É o estado em que as equipas mais criativas, os músicos de jazz, os atletas de alta performance, e os improvisadores, produzem o seu melhor trabalho.

Criar. Arriscar. Construir em conjunto.

As organizações que mais inovam não têm pessoas mais inteligentes, têm equipas que aprenderam a criar juntas, a construir sobre as ideias uns dos outros e a tratar o erro como o próximo passo, não como o fim. A formação CREATIVITY/FLOW treina exactamente essa capacidade: a de entrar em estados de criação colectiva com intenção, método e resultado.

O QUE ACTIVA

Desafio calibrado, objectivos claros, feedback imediato

O IMPROVISO

Cria as condições exactas para flow colectivo, em qualquer equipa

O QUE PRODUZ

Concentração total, fusão acção-consciência, criação sem bloqueio

O QUE FICA

Uma referência partilhada do que é possível criar juntos

CREATIVITY/FLOW

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TRÊS MITOS QUE TRAVAM A CRIATIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

REALIDADE
Runco & Jaeger (2012) definem criatividade como originalidade funcional — uma competência que se desenvolve com prática. O CREATIVITY/FLOW é o treino dessa competência.
MITO 1
"A Criatividade é um dom — ou se tem ou não se tem."
REALIDADE
Stokes (2005) demonstra que constrangimentos são catalisadores criativos — não obstáculos. O improviso trabalha exactamente com constrangimentos deliberados para activar criatividade.
MITO 2
"Para criar, precisamos de condições ideais e tempo."
REALIDADE
Paulus & Yang (2000) mostram que criatividade colaborativa bem facilitada supera criatividade individual. O improviso é, na sua essência, um sistema de criatividade colectiva.
MITO 3
"A criatividade é individual, e aparece em momentos de isolamento."

O QUE TRABALHAMOS

Quatro módulos. Do bloqueio ao flow.

Cada módulo ataca uma dimensão específica do bloqueio criativo — e constrói a competência oposta. A progressão é intencional: do individual para o colectivo, do exercício para a aplicação.

Volume antes de qualidade

Desligar o filtro do julgamento — e ver o que emerge

01
  • Separação entre geração e avaliação de ideias

  • Técnicas para aumentar o volume de output criativo

  • Tolerância à ideia imperfeita como ponto de partida

  • O princípio da "má ideia deliberada" em prática

Sim, E - a co-criação sem bloqueio

Construir sobre as ideias dos outros em vez de as substituir

02
  • O princípio "Sim, E" como prática de colaboração

  • Diferença entre aceitar e concordar

  • Padrões de bloqueio e as suas consequências na equipa

  • Co-criação em tempo real com pressão controlada

O erro como ferramenta

Transformar a relação com a falha em vantagem criativa

03
  • O erro como informação — não como veredicto

  • Psicologia de segurança e risco criativo

  • Celebrar a falha como catalisador de aprendizagem

  • Growth mindset em contexto de equipa (Dweck, 2006)

Criatividade colectiva e estados de flow

Quando a equipa entra no ritmo — e o resultado surpreende

04
  • Condições para flow colectivo (Csikszentmihalyi, 1990)

  • Sincronização criativa em contexto de equipa

  • Aplicação directa a processos de inovação organizacional

  • Da cena de improviso para a reunião de brainstorming

Mihaly Flow
A teoria do flow — e o que tem a ver com a vossa equipa
Mihaly Csikszentmihalyi · Flow: The Psychology of Optimal Experience (1990)
Csikszentmihalyi identificou o estado de flow como a experiência de absorção total numa actividade, caracterizada pela fusão entre acção e consciência, perda da noção de tempo e ausência de auto-consciência avaliativa. Não é euforia, é clareza e eficácia máximas.
O que a investigação sobre flow revela é que este estado tem condições estruturais reprodutíveis: objectivos claros, feedback imediato e equilíbrio entre desafio e competência. O improviso foi concebido para criar exactamente estas condições — o que explica porque é que os praticantes descrevem sessões de improviso como estados de flow com tanta frequência.
OBJECTIVOS CLAROS
Cada exercício tem uma regra simples — o que fazer a seguir é sempre evidente
FEEDBACK IMEDIATO
A reacção do grupo e do parceiro chega em tempo real — sem ambiguidade
DESAFIO CALIBRADO
Exercícios adaptados ao nível do grupo — difícil o suficiente para exigir, seguro o suficiente para arriscar

PARA QUEM

EQUIPAS DE INOVAÇÃO DE PRODUTO
Que precisam de gerar mais ideias, testar mais depressa e construir em conjunto sem o peso do julgamento prematuro.
LÍDERES DE ALTA PERFORMANCE
Que perceberam que o excesso de controlo técnico tende a sufocar a criatividade e querem recuperar capacidade de risco.
EQUIPAS EM ESTAGNAÇÃO CRIATIVA
Que produzem as mesmas soluções para os mesmos problemas e precisam de um sistema para sair dos seus padrões habituais.
É MESMO PARA TODAS AS EQUIPAS
O WEF coloca criatividade como a competência #1 para o futuro do trabalho. Não é um programa de nicho, é desenvolvimento estratégico.

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

O curso CREATIVITY/FLOW assenta em investigação consolidada: Csikszentmihalyi (1990, 1996) sobre estados de flow e criatividade óptima; Amabile (1996) sobre as condições organizacionais que promovem criatividade; Paulus & Yang (2000) sobre criatividade colectiva em grupos; Dweck (2006) sobre growth mindset e relação com o erro; e Vera & Crossan (2004) sobre improviso organizacional e inovação. 

FORMATO E LOGÍSTICA

DURAÇÃO
Meio dia, dia completo ou programa modular (4–6 sessões)
GRUPO
8 a 20 participantes (ideal: 10–14)
MODALIDADE
8 a 20 participantes (ideal: 10–14)
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